quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Não me deixe só.

Entenda apenas uma coisa.
São todos tão iguais, são todos tão a mesma coisa, que se você fechar os olhos e dizer adeus nada vai mudar, é só mais um.
Todas as suas atitudes te faz ser apenas mais um qualquer.
Você sempre foi O único, por que agora querer ser mais um? Por que querer ser ninguém, quando pode ser o único alguém preciso?
Mas se você se fizer necessário, ao dizer adeus tudo muda.
Quando você mostra ser que é muito mais do que muitos outros, tudo muda, e o adeus vira, até logo,e o até logo vira ficaaquicomigonãoimportaoqueaconteça.

Ana Flavya Rigolon

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

E tudo o que eu quero te dizer eu já cansei de escrever,

Você vai olhar o calendário e se assustar ao ver como o tempo passou.
Vai lembrar com aperto no peito aonde você estava há exatamente um ano atrás e vai se perguntar como chegamos aqui?
E eu mesma tenho vontade de lhe perguntar, como chegamos aqui?
Tantos planos, tantos sonhos, o que restou?Vontade de ter tudo de volta ou vontade de nunca ter acontecido?
Me responda um dia, se puder.

Ana Flavya Rigolon

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Dois menos um é zero,

A gente se anula pra tentar se somar com um outro alguém.
Aceita os defeitos e releva os erros, só para dar certo.
E fica na espera que o outro se doe também, que faça o possível para ser dois.
Mas uma única falha para ti e pronto, feito um castelo de cartas tudo desaba.
Me pergunto, aonde fica aquela saudade que você dizia sentir?

Ana Flavya Rigolon

domingo, 17 de julho de 2011

Você era pra mim algo insubstituível,

Ei menina não fica assim não, você perdeu um peixinho, mas ganhou um oceano inteiro.
Ta bom, ta bom, eu concordo que nada substitui e que nada apaga.
Mas vamos fazer um acordo?Tenta ser feliz com o que você possui e com o novo que chegar, pode ser?
Você vai ver que tudo tem seu lado positivo, que a gente perde ali e ganha aqui.
Coloca um sorriso no rosto e na alma, e nada nesse oceano.

Ana Flavya Rigolon

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Eu já sonhei com a vida, agora vivo um sonho.

Sonhar é tão bom.
Imaginar mil coisas mirabolantes.
Almejar com toda a sua alma que eles saiam da imaginação.
Sonhar, sonhar.
Mas sabe o que é melhor que sonhar?
Sim, existe algo melhor que sonhar; é ver que tudo aquilo que você sonhou esta na sua frente e poder se beliscar e ver que você esta acordada.
Novos sonhos vão surgir, pois, qual graça teria a vida sem um sonho para ser alcançado?
Mas, esse deixou de ser apenas fruto da minha imaginação e se tornou uma verdade.

Ana Flavya Rigolon

segunda-feira, 20 de junho de 2011

E ainda penso em você, acredita?


Já me considerava parcialmente curada.
Das vinte e quatro horas que pensava em você, comecei a pensar doze, depois oito e a tendência era ir diminuindo cada vez mais.
Cheguei a conseguir me imaginar com outro alguém, acredita?
Pensei no recomeço, me imaginei recomeçando e então quando resolvi recomeçar seus olhos se encontraram com os meus e todas aquelas coisas que acreditei que estava quase esquecendo retornaram em um piscar de olhos, aliás retornaram no piscar dos seus olhos, e eu percebi que continuo te gostando.

Ana Flavya Rigolon

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Já dei tempo ao tempo mais o tempo não me ajuda,

Porque agora pra mim cada dia virou mais um dia, e eu rezo pra que eles passem logo.
Queria acordar tarde e dormir cedo, assim os dias seriam menores, mas sempre acordo cedo e o sono só me encontra depois da uma, e então meus dias se tornaram quase eternos.
Ás vezes me distraio e quando vou ver as horas voaram, e ás vezes olho o relógio e são oito da noite e dali duas horas eu olho o relógio novamente e continua sendo oito horas, talvez porque era a hora que você sempre me ligava,
talvez porque eu ainda tenha esperança que o telefone toque as oito e seja você.Ter esperança não é um crime certo?talvez uma grande ilusão, mas não um
crime, ou talvez seja um crime contra mim mesma.
Só sei que rezo para que os dias passem logo e também rezo para que retornem os dias em que tudo que eu mais queria é que eles fossem para sempre.

Ana Flavya Rigolon